segunda-feira, 15 de abril de 2019

:: Resenha 486 :: “Para Sir Phillip, com amor”, Julia Quinn


Sinopse: Eloise Bridgerton é uma jovem simpática e extrovertida, cuja forma preferida de comunicação sempre foram as cartas, nas quais sua personalidade se torna ainda mais cativante. Quando uma prima distante morre, ela decide escrever para o viúvo e oferecer as condolências. 
Ao ser surpreendido por um gesto tão amável vindo de uma desconhecida, Sir Phillip resolve retribuir a atenção e responder. Assim, os dois começam uma instigante troca de correspondências. Ele logo descobre que Eloise, além de uma solteirona que nunca encontrou o par perfeito, é uma confidente de rara inteligência. E ela fica sabendo que Sir Phillip é um cavalheiro honrado que quer encontrar uma esposa para ajudá-lo na criação de seus dois filhos órfãos. 
Após alguns meses, uma das cartas traz uma proposta peculiar: o que Eloise acharia de passar uma temporada com Sir Phillip para os dois se conhecerem melhor e, caso se deem bem, pensarem em se casar? 
Ela aceita o convite, mas em pouco tempo eles se dão conta de que, ao vivo, não são bem como imaginaram. Ela é voluntariosa e não para de falar, e ele é temperamental e rude, com um comportamento bem diferente dos homens da alta sociedade londrina. Apesar disso, nos raros momentos em que Eloise fecha a boca, Phillip só pensa em beijá-la. E cada vez que ele sorri, o resto do mundo desaparece e ela só quer se jogar em seus braços. 
Agora os dois precisam descobrir se, mesmo com todas as suas imperfeições, foram feitos um para o outro. 

Bom, depois de tanta sofrência, eu merecia uma leitura leve e cheia de suspiros, por isso peguei Julinha e seus maravilhosos Bridgertons. Juntei assim, a necessidade de algo para me confortar, com a necessidade de dar andamento a série que eu desejo concluir esse ano, se Deus quiser.

quarta-feira, 10 de abril de 2019

:: Resenha 485 :: "Mr. Romance", Leisa Rayven


Sinopse: Max Riley pode fazer com que as fantasias mais incríveis ganhem vida: sob o alter-ego de Mr. Romance, ele pode ser um bilionário dominador, um bad boy inocente, um geek sexy ou qualquer outro homem que satisfaça os desejos das mulheres solitárias da alta sociedade de Nova York. No entanto, nada disso envolve sexo: são apenas encontros inesquecíveis. Intrigada com a lenda urbana de Mr. Romance, a jornalista Eden Tate está determinada a publicar uma matéria revelando sua identidade e suas artimanhas. Desesperado para proteger seu anonimato, Max desafia Eden a ter com ele três encontros: se ela não se apaixonar por ele, poderá publicar a matéria. Caso contrário, deverá esquecer a história. Eden não tem dúvidas de que conseguirá resistir a todos os falsos personagens de Mr. Romance, mas será que é seguro entrar no jogo do maior mentiroso de todos? 

Acredito que todo mundo tenha aquela série ou aquele autor que é muito bem recomendado pelos amigos, que você fica doido para ler, mas por razões diversas acaba deixando o livro rolar na estante (ou na coleção do Kindle). Pois é, um dos meus inúmeros casos desse tipo atende pelo nome Leisa Rayven, muito recomendada por amigos. Vi a autora vir na Bienal do Rio de 2017 e naquela época já tinha os livros da série Meu Romeu, por isso acabei não acompanhando a presença dela no Brasil. Faltava ler, coisa fundamental, até então nem sabia se gostaria da escrita dela, estava comprando confiança e já vou te dizer: como estou arrependida de não ter lido antes! Mr. Romance, meu primeiro contato com essa autora e sua escrita deliciosa será o primeiro de muitos livros dela que vou ler, pode me cobrar, já virei fã da Leisa!

segunda-feira, 8 de abril de 2019

:: Resenha 484 :: “Mil beijos de garoto”, Tillie Cole





Sinopse: Um beijo dura um instante. Mas mil beijos podem durar uma vida inteira. Um garoto. Uma garota. Um vínculo que é definido num momento e se prolonga por uma década. Um vínculo que nem o tempo nem a distância podem romper. Um vínculo que vai durar para sempre. Ao menos era o que eles imaginavam. Quando, aos dezessete anos, Rune Kristiansen retorna da Noruega para o lugar onde passou a infância – a cidade americana de Blossom Grove, na Geórgia –, ele só tem uma coisa em mente: reencontrar Poppy Litchfield, a garota que era sua cara-metade e que tinha prometido esperar fielmente por seu retorno. E ele quer descobrir por que, nos dois anos em que esteve fora, ela o deletou de sua vida sem dar nenhuma explicação.






Meu. Deus. Do. Céu. Que livro é esseeeeeeeee??? Sim, eu sei que estou atrasada no rolê, eu seeeeiii! Se você leu minha última resenha, você viu que eu fui coagida pela Anastacia do blog Notas Literárias, a ler dois livros incríveis o quanto antes, ou nossa amizade estaria abaladíssima! Foi por isso que nos últimos dias eu quase morri desidratada, porque é emoção demais para um pobre coração, ler Na Ilha e logo depois, Mil Beijos de Garoto.

quarta-feira, 3 de abril de 2019

:: Resenha 483 :: “Na Ilha”, Tracey Garvis Grace


Sinopse: Anna Emerson é uma professora de inglês de 30 anos desesperada por aventura. Cansada do inverno rigoroso de Chicago e de seu relacionamento que não evolui, ela agarra a oportunidade de passar o verão em uma ilha tropical dando aulas particulares para um adolescente. T.J. Callahan não quer ir a lugar algum. Aos 16 anos e com um câncer em remissão, tudo o que ele quer é uma vida normal de novo. Mas seus pais insistem em que ele passe o verão nas Maldivas colocando em dia as aulas que perdeu na escola. Anna e T.J. embarcam rumo à casa de veraneio dos Callahan e, enquanto sobrevoam as 1.200 ilhas das Maldivas, o impensável acontece. O avião cai nas águas infestadas de tubarão do arquipélago. Eles conseguem chegar a uma praia, mas logo descobrem que estão presos em uma ilha desabitada. De início, tudo o que importa é sobreviver. Mas, à medida que os dias se tornam semanas, e então meses, Anna começa a se perguntar se seu maior desafio não será ter de conviver com um garoto que aos poucos torna-se homem.

Fala aí, pessoal. Tudo tranquilo?
Vou começar a resenha de hoje com uma pergunta importante: Vocês também têm amigas(os) que fazem bullying com vocês do tipo “Não acreditoooo que você ainda não leu esse livro!!!!!”? Se vocês não tiverem, fiquem sabendo que é o que eu mais tenho nessa vida e vivo sofrendo por conta disso. Na última sessão de maus tratos, a dona Anastacia Cabo, do blog Notas Literárias, me obrigou (sim, ela praticamente me coagiu!) a ler dois livros em sequência que eu quase morri! O primeiro é este aí, da resenha de hoje, e o outro vocês vão descobrir na minha próxima resenha. E aí vocês vão ver como as minhas amigas são cruéis.

segunda-feira, 1 de abril de 2019

:: Resenha 482 :: ''Um Marido de Faz de Conta'', Julia Quinn


Sinopse:
Enquanto você dormia…
Depois de perder o pai e ficar sabendo que o irmão Thomas foi ferido durante uma batalha nas colônias, Cecilia Harcourt tem duas opções igualmente terríveis: se mudar para a casa de uma tia solteira ou se casar com um primo vigarista. Então ela cruza o Atlântico, determinada a cuidar de seu irmão pelo tempo que for necessário. Só que, após uma semana sem conseguir localizá-lo, ela acaba encontrando seu melhor amigo, o lindo oficial Edward Rokesby. Ele está inconsciente, precisando desesperadamente de cuidados, e Cecilia promete salvar a vida desse soldado, mesmo que para permanecer ao lado dele precise contar uma pequena mentira...

Eu disse a todos que era sua esposa...
Quando Edward recobra a consciência, não entende nada. A pancada na cabeça o fez esquecer tudo que aconteceu nos últimos três meses, mas ele certamente se lembraria de ter se casado. Apesar de saber que Cecilia Harcourt é irmã de Thomas, eles nunca foram apresentados. Mas, já que todo mundo a trata como esposa dele, deve ser verdade.

Quem dera fosse verdade…
Cecilia coloca o próprio futuro em risco ao se entregar completamente ao homem que ama. Mas quando a verdade vem à tona, Edward talvez também tenha algumas surpresas para a nova Sra. Rokesby.

Olá pessoal, tudo bem com vocês??

Minha genteee, que livro foi esse?? Um romance totalmente diferente do que já vimos a autora escrever. Amo livros com cenários de guerra, e esse já ganhou meu coração. Se preparem para o mais fofo dos irmãos Rokesby.

Em "Um Marido de Faz de Conta", conheceremos Edward Rokesby, que digamos  é o queridinho da família. Ele é Capitão do exercito de Sua Majestade, e está em missão nas  Colônias, como eram chamadas Conecticut e Nova York naquela época. Esses locais eram terra de ninguém, e a Inglaterra mantinha controle sobre elas, e em uma missão super secreta, Edward foi mas não voltou, e como as cartas demoravam semanas até atravessar o Atlântico, sua família ficou desesperada lá da Inglaterra mas sem poder fazer muito para poder achá-lo.
"E assim, caquinho por caquinho, o coração dele ficou inteiro outra vez."

segunda-feira, 25 de março de 2019

:: Resenha 481 :: "Casamento Por Conveniência", Jennifer Probst

Sinopse: Um compromisso por interesse chamado de casamento. Desesperada por dinheiro para salvar a casa de sua família, a impulsiva Alexandria McKenzie se entrega a uma última e inusitada tentativa: faz uma simpatia de amor para encontrar um marido. Um marido rico, de preferência. Nicholas Ryan não acredita em amor eterno, casamento e família. No entanto, para que possa herdar as ações de seu tio e se tornar sócio-majoritário da empresa da família, ele deveria atender a um único requisito do testamento: casar-se e manter-se casado por pelo menos um ano. Nick e Alexa possuem muito pouco em comum, apenas o fato de Alexa ser a melhor amiga da irmã de Nick. Mas, movidos por seus interesses, os dois decidem se unir. Um acordo nupcial simples, sem paixão e sem complicações. Esse será o combinado por um ano. Mas a convivência será capaz de fazer nascer algum sentimento entre eles?

Como eu contei lá na última resenha, fiz uma pequena pesquisa na nossa página para que vocês escolhessem a minha próxima leitura, o vencedor foi Ligeiramente Maliciosos, mas Casamento por Conveniência chegou bem perto de vencer a disputa e, portanto, nada mais justo que eu pegasse esse livro na sequência. Para deixar a minha decisão ainda mais fácil, eu absolutamente adorei os outros dois livros da Jennifer que li antes porque ela escreve um gênero que eu adoro, o romance simples, sem grandes invensões e viradas fenomenais, algo simples, fácil e que nos encanta, sabe aquela sensação gostosa que a gente tem quando assiste aqueles romances dos anos 2000 que sempre reprisam na Sessão da Tarde? É bem isso e Casamento por Conveniência tem a mesma pegada!

quarta-feira, 20 de março de 2019

:: Resenha 480 :: "O verão em que tudo mudou", Gabriela Freitas, Thaís Wandrofksi e Vinícius Grossos




Sinopse: A vida às vezes guarda inúmeras surpresas. Sem avisar, ela muda de direção. Na hora você não entende, já que “tudo parecia estar bem”. Então percebe que havia sinais.... um sentimento, uma lembrança, um fato que parceria bobo, mas não era... É quando a gente entende que todo o caminho estava errado, que nada fazia muito sentido. Pelo menos, pra você. Fred sente-se absolutamente comum diante de um mundo com tanta gente especial. Lavínia, ao alcançar aquilo que parecia um sonho, algo pelo qual tanto lutou descobre que a nova conquista nunca foi realmente um desejo seu. E Sol, sem perceber, vive sempre à espreita, desconfiada, em constante alerta, tentando controlar tudo ao redor, na esperança de não se ferir novamente... Mas que controle podemos ter diante de tudo? Três jovens, de cidades distantes, com diferentes realidades, descobrindo o mundo a partir de suas próprias escolhas: complexo, difícil, libertador.Três histórias que se cruzam, no exato momento em que se coloca, diante de cada uma delas, uma exigência capaz de definir algo para o resto de suas vidas.




Dias atrás eu não sabia o que pedir de parceria para a Faro e do nada tive um estalo e pensei "Aaahhh, vou pegar aquele livro da capa fofinha que tem o Vinícius Grossos!". Dos três autores dessa antologia eu só conhecia a escrita dele, então seria uma boa pegar pra conhecer também a escrita da Gabriela e da Thaís.

segunda-feira, 18 de março de 2019

:: Resenha 479 :: "Ligeiramente Maliciosos", Mary Balogh


Sinopse: Após sofrer um acidente com a diligência em que viajava, Judith Law fica presa à beira da estrada no que parece ser o pior dia de sua vida. No entanto, sua sorte muda quando é resgatada por Ralf Bedard, um atraente cavaleiro de sorriso zombeteiro que se prontifica a levá-la até a estalagem mais próxima.
Filha de um rigoroso pastor, Judith vê no convite do Sr. Bedard a chance de experimentar uma aventura e se apresenta como Claire Campbell, uma atriz independente e confiante, a caminho de York para interpretar um novo papel. A atração entre o casal é instantânea e, num jogo de sedução e mentiras, a jovem dama se entrega a uma tórrida e inesquecível noite de amor.
Judith só não desconfia de que não é a única a usar uma identidade falsa. Ralf Bedard é ninguém menos do que lorde Rannulf Bedwyn, irmão do duque de Bewcastle, que partia para Grandmaison Park a fim de cortejar sua futura noiva: a Srta. Julianne Effingham, prima de Judith.
Quando os dois se reencontram e as máscaras caem, eles precisam tomar uma decisão: seguir com seus papéis de acordo com o que todos consideram socialmente aceitável ou se entregar a uma paixão avassaladora?
Neste segundo livro da série Os Bedwyns, Mary Balogh nos conquista com mais um capítulo dessa família que, em meio ao deslumbramento da alta sociedade, busca sempre o amor verdadeiro.


No final de fevereiro eu fiz uma pequena votação no Facebook do Viciados em Leitura onde os nossos seguidores votaram usando uma reação na minha próxima leitura entre as cinco opções que dei. O escolhido foi Ligeiramente Maliciosos, da Mary Balogh, romance de época a muito perdido na minha estante e como avisei lá na votação, o livro mais votado seria o alvo da minha próxima resenha. Então vem comigo que hoje, o livro que vocês escolheram é a nossa resenha do dia. Ah! Se você ainda não segue a gente lá no Facebook, corre e deixa ao seu like na nossa página, além das nossas resenhas, você vai ficar por dentro de muita novidade do meio literário assim como no nosso Instagran que conta com fotos belíssimas feitas pela Bia. Segue a gente que somos bem legais ;)

quarta-feira, 13 de março de 2019

:: Resenha 478 :: “No Badalar da Meia-noite”, Tara Sivec


Sinopse: "Era uma vez, Cynthia, a perfeita dona de casa. Entre ser presidente da Comissão de Eventos da Vizinhança e manter a casa sem um fio de cabelo (ou suas pérolas) fora do lugar, sua vida era o sonho que se tornou realidade. O marido fora seu cavaleiro de armadura brilhante, mas agora ele tinha fugido com todo o dinheiro deles... e com a babá.

Vestida como princesa na festa anual de Halloween do bairro em Farytale Lane, ela conhece duas "princesas" que também enfrentam problemas financeiros: Ariel, a dona de uma loja de antiguidades, e Isabelle, uma bibliotecária. Quando as mulheres são convidadas a vestir suas fantasias em uma festa e são confundidas com strippers, Cindy, Ariel e Belle percebem que uma mudança de carreira poderia ser a melhor maneira de fazer seus problemas desaparecerem."

Mas poderia uma recatada Cindy se aproximar de um pole dancing sem seus paninhos de limpeza? E poderia o “anti-príncipe” de olhos azuis que apareceu no caminho de Cindy, ser seu final feliz? 'No Badalar da Meia-Noite' é uma hilária e empoderada história onde princesas podem salvar a si mesmas, abalando em seus stilettos.


J.R Ward e Colleen Hoover, deem um espacinho aí, pois Tara Sivec acabou de ganhar um lugarzinho em meu coração. Quanto a vocês, preparem-se, pois desde que eu li No Badalar da Meia-noite eu só sei vomitar arco-íris por essa mulher!

segunda-feira, 11 de março de 2019

:: Resenha 477 :: “Hunter”, Andy Collins


Sinopse: "RESGATE"
Foi a primeira palavra que ouvi quando os tiros cessaram.
"ELE ESTÁ FERIDO, TIRE-O DAQUI!"
Foi o que ouvi quando fui levado para cima.
"ARRANQUE ISSO DELE"
Foi a última coisa que ouvi antes de me render a escuridão.

Uma década depois e essas palavras ainda permeiam meus pensamentos.
Antes, elas me causavam medo, mas aprendi a lidar com ele.
Transformei o medo em ódio, em uma motivação. O combustível que precisava e a justificativa perfeita para a escuridão dentro de mim.
Hoje eu tenho um plano, e não vou desviar, nem que isso signifique silenciar a única voz capaz de acalmar os demônios na minha cabeça danificada.
Eles roubaram a minha vida, e não a quero de volta.
Meu único desejo é acabar com a deles.


Fala aí, pessoal. Esse ano tem sido um ano de descobertas e primeiros contatos com diversas autoras. E com a Andy Collins não foi diferente. Hunter foi a primeira obra da autora que li e eu gostei bastante dessa experiência. Vem conferir!