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:: Resenha 435 :: “DangeRock”, M.S. Fayes





Sinopse: Eve McGannon lidera a banda DangeRock desde adolescente. Sua voz atrai multidões como um ímã, da mesma forma que sua timidez a impede de confessar seu amor eterno por Brandon Conwell, o guitarrista e amigo de infância que sempre esteve ao seu lado, mas sem nunca percebê-la como mulher. Quando a banda recebe uma proposta irrecusável, o grupo unido se vê imerso em um turbilhão de sucesso absoluto e suas complicações. Isso inclui um astro musical que desperta um poderoso sentimento de ciúmes em Brandon, ao mesmo tempo em que tenta fazer Eve abandonar suas desilusões e ir em busca de novos sonhos. Eles aprenderão que o coração comanda todos os atos dentro e fora do palco. Basta apenas que sigam os sentimentos através das melodias que eles mesmos entoam.






Fala aí, pessoal. Sabe aquela história que é fluída, gostosa e ao mesmo tempo te irrita profundamente? Então, DangeRock, da Martinha, digo, da M.S. Fayes, é desse jeitinho aí.

"Eu sempre me perguntei o que realmente significava a expressão Felizes para Sempre. Ou o que vinha depois daquilo. Daí, depois de todos os eventos pelos quais passei, percebi que o Felizes para Sempre era o hoje. Viver o dia presente ao lado da pessoa amada, fazendo aquilo que mais amamos. Viver com intensidade, na esperança de que o hoje tenha sido muito mais excitante que o ontem. E o amanhã, mais do que hoje."

A DangeRock é uma banda formada por um grupo de amigos que se conhecem desde sempre, com Phil no baixo, Malcom na bateria, Brandon na guitarra e Eve no vocal. Quando a banda, que já vem conquistando sucesso, é convidada pelo grande astro do rock, Michtell Clay, a seguirem juntos em turnê, várias tretas vão acontecer.

O lance é que desde sempre Eve é perdidamente apaixonada por Brandon e do nada ela resolve por pra fora seus sentimentos. Esse é o primeiro caldo que entorna, porque Brandon, como todo moleque que pensa mais com a cabeça de baixo, acha que qualquer coisa que role entre os dois pode estragar a amizade de anos que eles têm. Meeeesmo sentindo uma coceirinha por Eve… Homens…

O caldo segue entornando porque Michtell começa a demonstrar um interesse por Eve um tanto quanto… exagerado. Aí temos um Brandon muito bolado com essa situação, e temos uma leitora puta da vida! Porque gente, vocês não tem noção do nível de irritação que esse tal de Michtell me deixou. Eu só não vou me aprofundar muito pra não me irritar lembrando e nem pra estragar a leitura de vocês que ainda não leram.

Tirando as tretas e furadas que a banda passa, eu curti muito acompanhar esse grupo de amigos, pois a gente vê o quanto eles se gostam, como são companheiros, amigos e parceiros. É gostoso ver o cuidado que os rapazes têm com a Eve, mesmo ela dando várias mancadas. Porque olha… se você pensa que por ela ser uma vocalista de rock, com suas roupas pretas e cabelos coloridos, ela é durona e rebelde, saiba que não é bem assim. Eve é tímida e muitas vezes bem ingênua. E eu tive vontade de dar umas sacudidas nela de vez em quando.

A escrita da Martinha não tem nem o que falar, é ótima e você lê com facilidade. E o bacana nesse livro é que você tem vários pontos de vistas diferentes, pois temos vários personagens intercalando a narrativa.

Você termina o livro doida pra ler mais sobre os meninos, ainda bem que o segundo livro é do Malcom e o terceiro, do Phil. Já deixo registrado que Bran, apesar de gatinho, me irritou, então não conquistou meu coração, agora, Mal… ah, esse sim me ganhou! Phil também conquistou seu lugar, mas o Mal ficou em primeiro rsrs.

Aaahh! Não posso terminar essa resenha sem falar das referências a minha adorada Irmandade da Adaga Negra, tanto numa parte safadinha, quanto na Grey Goose que Brandon entorna. Eu sei, eu sei, Grey Goose a gente encontra em vários livros, mas você já espremeu um livro da Irmandade? Se você der mole escorre Grey Goose, sangue e... ok, vocês entenderam que eu sei.

“- Oh… Bran! Ah, puta merda…
- Bem… a mocinha não xingava dessa forma… - ele disse e beijou meu pescoço dando uma mordida suave. - Na verdade, ela implorava para o pobre rapaz continuar e, ao mesmo tempo, morder seu pescoço… - ele disse e fez o que narrava. - E sugar seu sangue de maneira que ele resgatasse suas forças. Ele estava com fome? - ele disse e lambeu onde onde mordera. Eu já nem sabia em que planeta estava, porque, na hora em que sua mordida se intensificou, eu vi o cosmos. (...)
- Ele era vampiro? - Bran perguntou o óbvio.
- Não sei… - falei letargicamente. - Ele estava vestindo couro?
Brandon sacudiu o corpo de tanto rir.
- E eu lá sei! - ele disse. - Só li as partes de safadezas!”

Obs: Não coloquei a classificação com pimentinha, porque apesar de rolar um ou outra cena de sexo, o livro não se classifica como erótico, ok?



Título: DangeRock
Trilogia: DangeRock # 1
Autora: M.S. Fayes
ISBN-13: 9788584421213
ISBN-10: 8584421211
Ano: 2016 
Páginas: 288
Editora: Pandorga
Compra aqui: Amazon
Classificação:


Sobre a autora:


M.S. Fayes ama escrever e ler. Ler e escrever. Não necessariamente nessa mesma ordem. Entre as duas paixões, ela se divide com marido, dois filhos pequenos, dois cachorros espoletas e suas atividades cotidianas.

Comentários

  1. Já pensei em ler esse livro, mas não curti Rainbow (que foi meu primeiro contato com a escrita da autora) e acabei ficando meio receosa.
    Acho a capa linda e gostei da resenha, mas ainda não me chamou atenção.

    Beijos

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Jura que vc não curtiu Rainbow? Ele tb foi o meu primeiro contato com a escrita da Martinha e eu curti bastante, achei bem gostosinho. É diferente desse, mais jovem e tal. Aqui, apesar da galera ser jovem, são jovens adultos, integrantes de uma banda que saem em turnê e tal, então tem toda aquela vida doida. Eu curti, apesar de ter me irritado com umas paradas, mas, faz parte rsrs. Já me disseram que eu vou curtir bem mais os dois próximos livros. Estou curiosa. ;)

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